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Editorial |
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Angolanos de primeira e de segunda |
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Na Faculdade de Economia do Porto (Portugal) realizou-se uma conferência sobre o processo eleitoral em Angola. Caetano de Sousa, presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), foi o orador principal do evento ao qual compareceram cerca de 200 angolanos de primeira e mais meia dúzia de segunda. Com uma hora de atraso, o encontro começou com o aplauso da assistência à entrada do Embaixador de Angola, Assunção Afonso Sousa dos Anjos, bem como das cônsules em Lisboa e no Porto, respectivamente Elisabeth Simbrão e Maria de Jesus dos Reis Ferreira, e ao orador convidado. |
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Hábitos de consumo de media em Angola |
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Wednesday, 27 June 2007 |
Mais de metade da população residente em Luanda costuma ler ou folhear jornais (50,5%) e uma fatia ainda maior recorre às revistas (54,5%). Os números foram revelados no estudo Angola - All Media & Products Study, apresentado ontem pela Marktest.
No que diz respeito aos periódicos, a preferência vai para o Jornal de Angola com 28,7% das preferências. Em segundo lugar encontra-se o Jornal dos Desportos (17,8%), seguido pelo Folha 8 (15,1%).
O estudo foi realizado junto à população residente em Luanda, abrangeu 5000 entrevistas e mostrou ainda que a revista mais lida é a Tveja, que chega a 38,1% da população. A Caras consegue 19,2% de audiência, enquanto que a TV24 fica pelos 13,9%. Segundo o estudo apresentado pela Marktest, a televisão chega a 91,9% da população. O domínio é da TPA, sendo que o primeiro canal chega a 86% dos inquiridos e o segundo a 75,2%. A longa distância vêm a Globo (27%) e a Record (22,8%). O estudo que decorreu entre 13 de Fevereiro e 24 de Maio, mostrou que 85,5% dos inquiridos costuma ouvir rádio, sendo que a preferência destacada vai para a Luanda (47,4%). Nos lugares seguintes, ficaram a Escola e a Ecclésia. |
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Kuata |

O nosso país é visto de, mais ou menos, 10 milhões de maneiras distintas. As pessoas, na sua unicidade, assimilam o que se passa em frente às suas pupilas e, sequencialmente, definem as suas perspectivas e posições sociais. Como é lógico, nem sempre há um espaço físico para expormos aquilo que entendemos como ideal para determinada situação. Todavia, a capacidade inata de opinar, ainda que apenas como exercício reflexivo, deve ser estimulada. Julgo, por conseguinte, ser fulcral que cada um de nós seja comentador e analista da sociedade de que é contemporâneo. |
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Opinião Livre |
O jornalista Madi Ceesay desafiou os dirigentes do seu país natal, a Gâmbia, para compreenderem que o poder não é ter o privilégio de andar de limousine, mas sim ter a responsabilidade de servir o povo. Ceesay esteve recentemente nos EUA para receber o Prémio Liberdade de Imprensa do Comité de Protecção dos Jornalistas. |
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