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Editorial |
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Angolanos de primeira e de segunda |
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Na Faculdade de Economia do Porto (Portugal) realizou-se uma conferência sobre o processo eleitoral em Angola. Caetano de Sousa, presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), foi o orador principal do evento ao qual compareceram cerca de 200 angolanos de primeira e mais meia dúzia de segunda. Com uma hora de atraso, o encontro começou com o aplauso da assistência à entrada do Embaixador de Angola, Assunção Afonso Sousa dos Anjos, bem como das cônsules em Lisboa e no Porto, respectivamente Elisabeth Simbrão e Maria de Jesus dos Reis Ferreira, e ao orador convidado. |
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Governos Moçambique e Zimbabué vão dispensar vistos de entrada |
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Wednesday, 27 June 2007 |
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Os governos de Moçambique e do Zimbabué vão abolir os vistos de entrada de pessoas e bens entre os dois países dentro das "próximas semanas ou meses", anunciou hoje o Alto-comissário moçambicano na capital zimbabueana, Harare.
Segundo Vicente Veloso, os dois países já fizeram avanços significativos para a supressão de vistos, que vai ajudar a impulsionar o comércio de pessoas entre os Estados.
"Estamos satisfeitos por verificar que existe um avanço significativo para a abolição de vistos entre Zimbabué e Moçambique", disse.
Veloso apelou, por isso, aos empresários dos dois países para tirarem vantagens resultantes da abolição de vistos e penetrarem nos novos mercados existentes em Moçambique, porque esta medida vai facilitar o movimento livre de pessoas e serviços de ambos os lados da fronteira.
A propósito, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Zimbabué, Rueben Marumahoko, referiu que o acordo de supressão de vistos vai ajudar a reforçar os laços existentes entre os dois países, considerando também que a iniciativa irá assegurar o movimento livre de pessoas e promover a troca de bens e serviços.
Desde 2005, o governo moçambicano celebrou acordos de isenção de vistos com alguns países da região da África Austral, incluindo África do Sul e Suazilândia.
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Kuata |

O nosso país é visto de, mais ou menos, 10 milhões de maneiras distintas. As pessoas, na sua unicidade, assimilam o que se passa em frente às suas pupilas e, sequencialmente, definem as suas perspectivas e posições sociais. Como é lógico, nem sempre há um espaço físico para expormos aquilo que entendemos como ideal para determinada situação. Todavia, a capacidade inata de opinar, ainda que apenas como exercício reflexivo, deve ser estimulada. Julgo, por conseguinte, ser fulcral que cada um de nós seja comentador e analista da sociedade de que é contemporâneo. |
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Opinião Livre |
O jornalista Madi Ceesay desafiou os dirigentes do seu país natal, a Gâmbia, para compreenderem que o poder não é ter o privilégio de andar de limousine, mas sim ter a responsabilidade de servir o povo. Ceesay esteve recentemente nos EUA para receber o Prémio Liberdade de Imprensa do Comité de Protecção dos Jornalistas. |
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