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Editorial |
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Angolanos de primeira e de segunda |
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Na Faculdade de Economia do Porto (Portugal) realizou-se uma conferência sobre o processo eleitoral em Angola. Caetano de Sousa, presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), foi o orador principal do evento ao qual compareceram cerca de 200 angolanos de primeira e mais meia dúzia de segunda. Com uma hora de atraso, o encontro começou com o aplauso da assistência à entrada do Embaixador de Angola, Assunção Afonso Sousa dos Anjos, bem como das cônsules em Lisboa e no Porto, respectivamente Elisabeth Simbrão e Maria de Jesus dos Reis Ferreira, e ao orador convidado. |
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Etiópia aposta na China e Índia para emergência de África |
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Sunday, 24 June 2007 |
Addis Abeba, Etiópia – Os receios de uma ma rginalização da África na economia mundial foram apaziguados pela emergência da China e da Índia enquanto gigantes económicos no mundo, afirmou neste fim- de-semana em Addis Abeba o primeiro-ministro etíope Meles Zenawi.
"O facto de a China e a Índia emergirem enquanto gigantes na economia mundial modificou a paisagem e, consequentemente, o lugar da África no mundo, uma evolução que se fez geralmente no bom sentido", declarou Zenawi durane a cerimónia de abertura dum encontro de dois dias convocado pela Coligação Mundial para África (CMA).
A CMA, uma entidade independente que agrupa personalidades africanas, reúne-se finalmente a fim de finalizar as suas actividades após 17 anos de existência durante os quais desempenhou um papel de catalizador no desenvolvimento político e económico do continente, preparando um espaço aberto e construtivo entre os países africanos e os seus parceiros no desenvolvimento.
"Se existia um risco de marginalização nos anos 90 (do século XX), hoje se pode dizer que desapareceu", regozijou-se Zenawi, estimando que, como há hoje demasiados centros de poder no mundo, África não pode ser marginalizada como nos anos 90".
Para o chefe do governo etíope, trata-se dum factor muito positivo que "devemos avaliar de maneira prudente".
Zenawi qualificou de infundadas as preocupações levantadas por analistas a respeito da possibilidade de as relações da China e da Índia com África se transformarem no esquema das relações que o continente mantinha com as potências coloniais.
"A situação geopolítica apresenta-se hoje de tal forma que os rendimentos dos recursos naturais não serão captados pelas potências coloniais. Somos Estados independentes, seja qual for a fragilidade desta independência", afirmou Zanawi.
O primeiro-ministro etíope exortou os países africanos a fazerem pressão para que a China e a Índia se comportem de maneira diferente e que (os dois países) trabalhem com África para mudar as "regras do jogo".
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Kuata |

O nosso país é visto de, mais ou menos, 10 milhões de maneiras distintas. As pessoas, na sua unicidade, assimilam o que se passa em frente às suas pupilas e, sequencialmente, definem as suas perspectivas e posições sociais. Como é lógico, nem sempre há um espaço físico para expormos aquilo que entendemos como ideal para determinada situação. Todavia, a capacidade inata de opinar, ainda que apenas como exercício reflexivo, deve ser estimulada. Julgo, por conseguinte, ser fulcral que cada um de nós seja comentador e analista da sociedade de que é contemporâneo. |
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Opinião Livre |
O jornalista Madi Ceesay desafiou os dirigentes do seu país natal, a Gâmbia, para compreenderem que o poder não é ter o privilégio de andar de limousine, mas sim ter a responsabilidade de servir o povo. Ceesay esteve recentemente nos EUA para receber o Prémio Liberdade de Imprensa do Comité de Protecção dos Jornalistas. |
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